sábado, 9 de setembro de 2017

CAPE TOWN

AVIAO: R$ 269,55 Kulula (Johannesburgo p/ CT)
HOTEIS: Cape Town (Airbnb) R$ 325,67 (4 noites)
CARRO: R$ 101,79 (4 dias)
Ps: valores por pessoa

Chegamos em Cape Town a noite e alugamos o carro com a first, o carro econômico era um Go da Datsun, terrível, pequeno, puxando para esquerda e com um único ponto positivo: muuuito econômico. Fomos até o apto que alugamos pelo Airbnb, em Green Point. Estacionamos na rua lateral e fomos descobrir onde a dona tinha nos deixado a chave escondida, as intruções eram quase uma mapa do tesouro.
Era uma kitnet bem grande com uma cama de casal e um sofá cama, largamos nossas coisas e saímos atrás de um restaurante, mas nada nas redondezas estava aberto. Achamos um mercadinho árabe e compramos umas pizzas individuais por 30 rands e outras coisas para o café da manhã como pães e ovos.

Go Datsun azul calcinha
Acordamos, preparamos ovos com pães e saímos caminhando em direção ao water front, que indo direto de nossa "casa" seria em torno de 20 minutos, mas como fomos costeando a beira do mar e conhecendo o local, levamos 1 hora até lá. 
Passamos por dentro do shopping Victoria & Alfred Water Front e saímos do outro lado, onde tinha um pequeno parque de diversões, um atracadouro para pequenas embarcações e várias lojinhas. Fomos caminhando entre as diversas coisas que avistamos e chegamos na pontezinha que estava girando para um barco passar. Depois que ela voltou para o lugar fomos ao museu do Robben Island, que decidimos visitar no dia seguinte, pagamos 320 rands (80 reais).
Caminho à Beira Mar

Water Front

Victoria & Alfred Water Front
Molduras com a Table Mountain de fundo 

Ponte Móvel Giratória
Voltamos pela ponte e viramos a esquerda, ali encontramos um food market de comidas diferentes e deliciosas, e atrás do food market tem um galpão amarelo com uma feira de artesanatos, mas tudo absurdamente caro, afinal  esse Waterfront é o local mais conhecido e visitado pelos turistas.
De volta para a casa direto levamos 20 minutos, comemos as sobras das pizzas do dia anterior, pegamos o carro e fomos conhecer as praias do outro lado, Clifton Beach e Camps Bay Beach.
Em Camps Bay Beach paramos e fomos até a praia, uma água linda e transparente, logo vimos uma piscina de água natural que fizeram com uma barreira de pedras. Na praia dá para ver as montanhas que chamam de "Doze Apóstolos".
Voltamos pela rua principal, com lojas, restaurantes finos e várias pessoas caminhando por todos os lados. 
Um Rasta nos parou e começou a tentar nos vender umas pinturas, o nome dele era Otun, e as pinturas eram lindas, mas com um preço alto, uma tela grande era 300 rands (75 reais)! Negociamos bem e acabei saindo com uma tela grande e uma pequena por 150 rands (37 reais)! Adorei! Um ótimo local para comprar pinturas, mas tem que gastar algum tempo pra negociar. 

Clifton Beach 
Camps Bay Beach


Camps Bay com os doze Apóstolos ao fundo
Saímos dali e fomos para a Table Mountain, que é considerada uma das novas 7 maravilhas do mundo. Tudo na cidade é super bem sinalizado e não tivemos grandes problemas para achar o local, nem GPS precisamos direito. 
Chegando lá, tivemos a decepção de saber que estava fechada no dia por causa do forte vento, que estava bem forte mesmo.
Olhamos alguma outra coisa para fazer e descobrimos o Signal Hill que fica logo em frente. Fomos até lá e vimos um morro maravilhoso com uma vista linda, mas um vento de doer os ossos. 
Passeamos um pouco lá em cima e decidimos ficar lá para ver o pôr do sol, mas só depois de 3 horas... Ficamos mas quase morremos congelados, com fome, com sede. 
Perto das 6 das tarde muitas pessoas começaram a chegar com cestas de picnic, vinhos, cervejas, bolos, cobertas e etc, percebemos que fomos despreparados, mas valeu a pena mesmo assim, estava lindo.
Assim que o sol se pôs saímos correndo pro carro, ainda bem, porque pela quantidade de carros estacionados ia ser muito difícil sair depois. 

Almoço com um visual maravilhoso! 
Moldura com a Table Mountain


À espera do pôr do sol

Diversos picnics

Lindo!
Fomos para o apto e o Arthur fez um "carreteiro", com frango, arroz e lentilha em lata que compramos no mercado, além de alguns vegetais. Jantamos muito bem e nos arrumamos para sair.
A Rê tinha pegado algumas dicas de bares e fomos conhecer o TjinTjin que fica na Long Street (rua com diversos bares). Chamamos o Uber que deu 30 rands (7 reais) até lá. Subimos uma escadaria e chegamos num bar em um terraço aberto com pessoas "overdressed" vestidas mto fomalmente, não era bem o estilo que a gente estava procurando no momento. 
Saímos e fomos caminhando pela rua procurando um bar chamado Beer House (http://www.beerhouse.co.za/) que o Arthur tinha lido sobre. A rua estava escura com muita gente "estranha" nela, mas foi tranquila a caminhada, chegamos lá e o lugar era super legal e tranquilo com pessoas super animadas. Estava bem cheio e com poucos lugares para sentar, achamos uma mesa que tinha um espacinho e pedimos para compartilhar, depois descobrimos que eram brasileiros. O chopp artesanal era em torno de 40 rands (10 reais ) muito bom e com 99 toneiras de chopps de diversos estilos (locais e importados), alem de mais uma enorme variedade de cervejas engarrafadas. Na volta, perto da uma da manhã, chamamos o Uber novamente por 40 rands (10 reais).

Beer House
As 9 da manhã estávamos em frente a loja de bebidas ao lado do mercado na Main Road para comprar as bebidas para levar para o brasil, os preços valem bastante a pena, Os vinhos da África do Sul são famosos e não podíamos voltar sem pelo menos um deles. Compramos o "The Chocolate Block"  por 190 rands (48 reais), amarula por 160 rands (40 reais), e algumas cervejas para tomar a noite. O Chivas 18 anos estava 819 rands (210 reais). Pelos nossos cálculos os preços estavam melhores que do Freeshop para a maioria das coisas e para outras estavam semelhantes. 
Seguimos para o Greenmarket que é uma feira de rua no centro da cidade, bem perto da Long Street, onde vendem várias coisas tradicionais da África.
Em todas as tendas eles jogam os preços das coisas lá em cima e depois conseguíamos tudo por quase a metade do preço, girafa de pedra grande 150 rands e pequena por 100 rands (38 reais e 25 reais), rinoceronte pequeno 40 rands (10 reais), trilho de mesa 150 rands (38 reais), entre outras coisas. 
Depois de várias sacolas, decidimos ir em um lugar que vimos de longe, se chama "African Crafts Market", lá era tudo muuuuito mais barato que na feira, as girafas em madeira que achávamos que seriam caras, negociamos 3 girafas grandes por 160 rands (40 reais as 3!) e uma manada de elefante em madeira por 100 rands (25 reais), aquele lugar foi um achado, é como se a feira principal comprasse as coisas ali para revender. 

Máscaras

Pinturas

Pedras
Os estacionamentos na rua são cobrados por uma espécie de flanelinha, mas parecia regulamentado, tivemos que pagar 15 rands por hora, mas eles não tem controle nenhum de quanto tempo ficamos ali.
Fomos até o apto para deixar as compras e seguimos novamente para o Waterfront para almoçar no food market, escolhemos comida Thai, pedi um Pad Thai de frango por 65 rands (17 reais) e o Arthur um Chow Mein também de frango por 60 rands (15 reais) e a Rê pediu o mesmo mas de tofu por 55 rands (14 reais), tudo muito bom, mas o Pad Thai estava divino! 
Depois fomos para o portão de embarque do barco que leva até a Roben Island. Chegando lá caminhamos em direção a prisão quando percebemos que tinha que entrar no ônibus para fazer o tour. 
A primeira parte do tour é dentro do ônibus com um guia (com um ótimo inglês) que explica cada detalhe das construções da ilha e ainda algumas histórias que aconteceram por ali, na segunda parte caminhamos por dentro da cadeia, mas assim que chegamos nessa parte só nos largaram e ficamos sem entender para onde deveríamos ir, seguimos com um grupo que já tinha começado o tour antes, com um guia travado e com um inglês falado quase em dialeto, difícil de entender. 
No pavilhão B na cela 4 do lado direito, ficava a cela de Nelson Mandela, onde ele ficou por 18 anos. 
De volta dentro do barco conseguimos ver um pôr do sol lindo! 
O passeio de maneira geral é legal, mas nada impressionante.

Igrejinhas na Roben Island onde ainda acontecem diversos casamentos




Cela onde Nelson Mandela ficou preso
  
Horta do Nelson Mandela

Presos políticos de Robin Island
Pôr do Sol
Passamos no mercado para comprar comidas para levar no passeio do dia seguinte, arroz frango, salada, pão doce e mini pasteis, que eles chamam de outra coisa. Sempre compramos comidas em mercado para levar nos passeios, assim conseguimos economizar bastante.
De volta ao apto jantamos as sobras do dia anterior, tomamos umas cervejas e Amarula, mas logo dormimos.
Acordamos e as 8 já estávamos a caminho do passeio do dia costeando as praias, passamos por Clifton Beach, Camps Beach, Hout Bay Road (caminho lindo), Chapmans Peak, onde pagamos um pedágio de 42 rands (10,50 reais), até chegar na entrada da Reserva Natural da Table Mountain que possui uma taxa de 135 rands por pessoa (34 reais). 
Todo o trajeto com paisagens de tirar o fôlego, paramos diversas vezes para babar e tirar fotos. 








Entramos no parque e seguimos no caminho até a base do farol do Cape Point, ali tem lojinhas, restaurantes e banheiros. Até o farol tem uma subida de uns 30 minutos que pode ser feita de funicular por 70 rands (18 reais) ou a pé. Seguimos a pé. 
Lá de cima tem uma vista maravilhosa e descendo um pouco indo para o lado direito tem uma trilha escondidinha de mais uns 20 minutos com poucas subidas e descidas. Essa trilha leva até bem pertinho do farol e tem uma outra visão de todo o local, além de estar quase vazio ali, ótimo!!







Na descida percebemos como foi bom ter chegado lá bem cedinho, porque estava lotado de ônibus, carros e pessoas e ainda vimos alguns babuínos. 
Um pouco antes de chegar no farol tem a entrada para o Cabo da Boa Esperança que é somente uma placa com pessoas se estapeando para tirar fotos. Para chegar lá passamos por pequenas praias de água cristalina, e foi na frente de uma delas que paramos para almoçar, dentro do carro mesmo montamos nosso picnic. 


Cape of Good Hope
Na volta passamos por Bolders Beach, onde ficam as colônias de Pinguins. Para entrar tem que pagar 70 rands (18 reais) que dá direito ao acesso a praia e aos pinguins. Vimos de longe que estava lotado de gente perto dos pinguins. Decidimos não pagar, e por sorte descobrimos um caminho por trás do parque, um deck de madeira bem estruturado, onde seguimos caminhando e vimos diversos pinguins bem de pertinho, tão perto que conseguiríamos até tocar nele se quiséssemos.

Caminho para os Pinguins

Pinguim

Fazendo poses
Voltamos para tentar subir a Table Mountain de novo, que dessa vez estava sem vento nenhum e conseguimos! 
Como compramos os ingressos pela internet não tinha fila nenhuma (tinha bastante fila para comprar na hora) e subimos direto, caso não tivéssemos conseguido subir a montanha eles nos reembolsariam.
Pegamos o bondinho que sobe super rápido, girando até lá em cima da Table Mountain e, claro, mais cenários espetaculares nos aguardavam, da cidade inteira, do mar, dos 12 apóstolos.
Passeamos bastante lá por cima e ficamos até o pôr do sol, o último visto na África, sentimento de despedida, tristeza e alegria ao mesmo tempo. 





Diversas montanhas de pedrinhas

Primo de um Preá

Vista de cima da Table Mountain

Último pôr do sol

Quando descemos, logo depois do sol se pôr, encomendamos uma pizza pela internet e fomos buscar na Domino`s, 2 grandes por 130 rands (33 reais), mas não eram tao grandes. 
Jantamos e descansamos um pouco para depois aproveitar a ultima noite em CT. 
As 11 da noite estávamos saindo para um bar chamado Durbliner, também na Long Street, mas não estava muito movimentado e com algumas pessoas bizarras. 
Saímos para procurar outro bar e enquanto passávamos por outros lugares estranhos com gente dançando esquisito, todo mundo ficava nos encarando. Um cara se aproximou e perguntou se o Arthur queria cocaína ou outras drogas. 
Tremi de medo, mas estava ouvindo uma música boa e seguimos andando, quando encontramos um bar chamado Capello. Gente animada, dançando ao som de uma música com instrumentos locais, cerveja com preços honestos... chopp castle de 500ml por 40 rands (10 reais). 
Ali sentados, conversando, tomando um bom chopp e com uma música ao vivo de encher os ouvidos, ficamos aproveitando a última noite, conversando com alguns locais super simpáticos, vendo também alguns turistas se esbaldando na pista de dança todos desengonçados. 
Descobrimos que aquela banda toca normalmente aos domingos nesse bar, principalmente perto do fim do mês, que é quando o pessoal recebe o pagamento. 
Saímos de lá perto das duas da manhã quando já estavam varrendo o chão. Pegamos um táxi que primeiro nos pediu 50 Rands, mas fechamos em 40 Rands até o apto. 
Arrumando as malas para a viagem de volta, empacotando bem todas as bebidas e fechando com Plastic Film, envolvendo tudo com papelões, roupas e chinelos, no meio disso tudo o Arthur achou dinheiro guardado, pronto estávamos "ricos" de novo!
Malas prontas

Decidimos ir almoçar em Camps Beach e tentar achar o rasta que vende quadros, afinal tínhamos dinheiro novamente... 
Almoçamos no Ocean Basket que fica na principal, pedi um prato de peixe grelhado com camarão e arroz por 99 rands (25 reais) a Rê e o Arthur pediram fish and chips por 54 rands (13 reais). 
De lá já avistamos o Rasta, oba! Antes de ir no Rasta, fomos comprar água e um sorvete, na volta encontramos ele e começamos a ver os quadros novamente e negociar.
No fim fechamos 4 quadros por 250 rands (62 reais)!

Quadros comprados com o Rasta

Depois de devolver o carro, voltamos para o ponto de partida, aeroporto, casa, aí vamos nós!!

Dicas: comprar no African Crafts Market e pechinchar 
Quadros comprar em Camps Beach na rua

Calendário da Viagem

terça-feira, 5 de setembro de 2017

KRUGER

HOTEIS: Kruger (Skukuza)                                         R$ 130,00 (1 noite)
               Marloth Park (Manzini Swazi King Chalets) R$ 126,97 (2 noites)
CARRO: Continuação de Johannesburg
               Obs: Peça pelo quarto casa na árvore e os valores são por pessoa

Saímos de Jo'Burg as 9 da manhã e fomos direto para o Kruger Park (Reserva Natural para ver animais) pela entrada do Skukuza até o "Camping", eles chamam de camping o lugar onde tem as cabanas, os restaurantes e os mercados.
Chegamos as 15 horas, fizemos check-in, pegamos as nossas autorizações para os game drives que tínhamos comprado pela internet e pagamos a taxa de permanência do parque de 304 rands por pessoa (75 reais). 
As reservas dos game drives (vou explicar mais pra frente) e da cabana foi feita no site http://krugerpark.com.
Fomos até a cabana deixar as coisas e no mercado comprar comida para jantar depois dos games drives. Os preços dos mercados dentro do parque não diferem muito dos de fora do parque, algumas coisas são até mais baratas, mas os souvenirs são caríssimos. 
As cabanas possuem mini cozinhas bem equipadas e até uma churrasqueira em frente, igual as cabanas do hotel que ficamos na Namíbia. 
Os game drives são passeios de 2 a 3 horas em carro aberto nas laterais com um guia que vai mostrando os animais e normalmente eles sabem exatamente onde estão os animais, principalmente nos game drives do sunset e night, porque durante o dia já conseguiram as informações.
O self drive é quando você usa seu próprio carro e faz o passeio por conta própria.
Aliás, para conseguir acompanhar melhor os animais por conta própria, sugiro comprar um SIM CARD (chip de telefone) e baixar o aplicativo "Latest Sightings", nesse app as pessoas vão marcando os pontos que os animais foram avistados. 
Saímos para o sunset drive que parte as 16:30, o carro era alto e aberto, ótimo para ver os animais de cima e de pertinho. 
Vimos vários pássaros, rinocerontes (de longe), umas 4 cheetas, uma delas até nos acompanhou do ladinho encostada no carro, hienas que comeram o farol do carro, leão que estava deitado numa estrada de terra sem se incomodar com os inúmeros flashs das máquinas fotográficas e nem com todo mundo olhando para ele, criatura admirável. 

Cheeta

Seguindo seu rumo...

Hienas inquietas!

Gosto muito de te ver, Leãozinho....

Cores deslumbrantes do céu

Retornamos as 19:30 e corremos para a cabana para botar roupas mais quentes porque estava ficando friozinho com o vento no carro aberto.

Ônibus aberto do game drive
As 20 horas, corremos para o night drive e logo na saída do parque avistamos elefantes, depois duas leoas grávidas que estavam caminhando no meio da estrada indo caçar. Acompanhamos elas um tempo, vimos elas cheirando algo no meio da estrada e abrindo a boca tentando descobrir onde estava a presa. Lindas! 
Vimos também hienas, gatos selvagens, coelhos, camaleão. 

Leoas

Cheirando os rastros
A volta acabou atrasando porque um dos caras que estava com a lanterna para enxergar os animais ficava dando alarme falso, chegamos as 22:30, jantamos e capotamos. 

As 4:00 acordamos novamente para o sunrise drive que começou as 4:30 da madrugada. Nesse game drive foi quando vimos menos animais.
Um eland novinho, rinoceronte mais de perto, elefantes, girafas, gnus, etc... ah e as impalas foram vistas o tempo todo.

Girafas

Segue toda vida reto!

Família de Rinocerontes

Fofos!
Na volta ficamos dormindo até a hora do checkout, as 10 da manhã, e seguimos por dentro do parque até o Crocodile Bridge Gate, a caminho do nosso novo hotel.
Vimos diversos animais, elefantes, zebras, rinocerontes, o tempo inteiro.

Crocodile Bridge

Crocodile River 

Famílias de elefantes com diversos filhotes

Zebrinha mamando sossegada no meio da estrada.

Aves diferentes....

Saindo do parque eles fiscalizam o carro para saber se não esta sendo levado nenhum animal ou armas, pegamos a rodovia N4 até o Marloth Park onde ficaríamos mais duas noites. Fica a uns 20 minutos do portão Crocodile, o lugar é um parque também fechado por portões e com os animais selvagens soltos lá dentro.
Logo avistamos várias girafas no meio da rua e paramos para esperará-las atravessar, lindas!! Ficam nos olhando com uma carinha de curiosas. 

Girafas no meio da "cidade"

Macaquinhos também
Fomos até o hotel e o dono Nick nos levou até onde realmente ficaríamos, que se chama Casa na Árvore. Uma casa que fica no meio do mato, literalmente, e suspensa sobre pilares. Perguntamos para o Nick onde tinha um mercado por perto e ele falou que era só seguir na rua mais pra frente, maaas fechava as 18, e já era 18:40, então ele falou que tinha um restaurante também mais a frente mas que fechava as 19:30, nem tiramos as coisas do carro e corremos para lá, porque se não ficaríamos sem ter o que comer ou beber.
O único restaurante aberto era no Bushcenter o chopp de 500ml era 24 rands (8 reais), filé de lula com arroz e salada 95 rands (24 reais) e bufallo wings com molho barbecue e fritas 82 rands (20 reais).
Tinha uma mesa de sinuca especial nos esperando, mas estávamos mortos e precisávamos dormir, até porque no dia seguinte decidimos madrugar para aproveitar.
Acordamos novamente as 4:30 e fomos para o Kruger para tentar estar lá assim que abrissem os portões as 5:30 (depende da época do ano), mas acabamos nos perdendo um pouco e chegamos lá as 5:50. 
Ficamos andando pelas estradas sem sucesso para ver os Cats, mas vimos zebras cruzando na nossa frente, além dos elefantes bem de pertinho quando entramos  para ver um laguinho e do nosso lado tinham dois elefantes brincando.
Nos aproximamos bemmm devagar com o carro entre os arbustos e ficamos admirando a brincadeira deles. Nisso outros dois carros chegaram e ficaram mais atrás olhando, mas todos nós na adrenalina e morrendo de medo de eles se assustarem e nos atacarem. 

Café da manhã

Elefantes brincando

Belezas escondidas do Kruger
Saímos do parque perto do horário do almoço para ir ao mercado e aproveitar para tomar banho de tarde, porque na Casa não tinha água quente. 
No mercado compramos macarrão, molhos, frango empanado e cervejas (lion litro por 10 rands ou 2,50 reais) para comer e beber a noite, ali do lado do mercado tinha um restaurante chamado Tin Shack, onde finalmente conseguimos usar a internet, mas bem mal, almoçamos peixe empanado com arroz e salada por 60 rands (15 reais). 
Chegando na casa da árvore levamos um susto, tinham vaaaarios macacos ao redor da casa, na escada, na árvore do deck, na piscina, foi muito legal, mas logo se assustaram com a gente e foram embora.

Macacos invadindo a casa na árvore, na escada, na piscina, em todo canto...


Voltamos para o Kruger por volta das 2 da tarde e em uma de suas curvas encontramos um lindo rinoceronte branco e seu pequeno filhote, eles ficaram um tempão na nossa frente, no meio da rua, sem se preocupar com a nossa presença. Esse valeu! 

Dando uma coçadinha...

e fazendo pose pra foto!
Rinos!


O que que ta pegando?

Oi? Esse não imaginava que ia encontrar...

Gnus

Águia
Nos despedimos do Kruger as 17:30 e fomos ver o pôr do sol tomando uma cervejinha na casa da árvore. 
Que lugar perfeito, durante o dia animais rodeando, com um pôr do sol magnífico e inúmeras estrelas sob nossas cabeças durante a noite. 
Ficamos tomando uma cervejinha vendo o pôr do sol, até escurecer completamente, então fizemos a macarronada com um molho branco e cogumelos e outro molho de tomate. Ficou uma delícia. Depois de jantar e acabar a cerveja, ficamos os três deitados no deck vendo as estrelas e suas sombras, acompanhando as estrelas cadentes! 

Vista do Deck

Tem vista melhor?
Janela do quarto

Difícil era ir embora!

Tchau!
Fomos dormir cedo porque novamente íamos acordar as 4:30 e no dia seguinte voltaríamos para Jo`Burg passando rapidamente pela cidade de Pretória, para pegar o avião para Cape Town.
Em Pretória conseguimos ir no Union Buildings onde é a sede do gabinete e residência oficial do presidente da África do Sul fica, com uma enorme estátua do Mandela, muito legal. 

Union Buildings 
Jardim do Union Buildings



Mandela!
Tentamos ir no Monumento Voortrekker mas tinha que pagar 70 rands para entrar e como não tínhamos muito tempo, decidimos não gastar. Devolvemos o carro sem problemas com a Hertz.

Dicas: compre um sim card e tenha sua internet
Use o aplicativo Latest Sightings do parque
Nos campings tem placas de avisos dos últimos avistamentos de animais



domingo, 3 de setembro de 2017

DICAS

Acho que uma das melhores dicas que posso dar é: Sempre tenha em mente o período aproximado das próximas férias. Assim quando surgir a oportunidade de comprar uma passagem em promoção, não terá problemas em aproveitar!

Baixe os aplicativos que alertam para promoções de passagens, como:
www.melhoresdestinos.com.br
www.passagensimperdiveis.com.br

Para pesquisar passagens, em promoção ou não, utilizo o site www.skyscanner.com.br, me parece que é o mais abrangente em termos de companhias aéreas, além de hotéis e carros.

Acumule milhas em programas de cartões de crédito, até o pãozinho na padaria vai para o cartão aqui em casa. Algumas datas tem promoção para transferência dos pontos, como também na semana do seu aniversário.

Quem tem cartão de crédito da Master Black pode utilizar a sala VIP que fica no portão de embarque internacional do aeroporto de Guarulhos, lá tem comidas salgadas, saladas, pães, doces, agua, sucos, refris, cervejas, vinhos, etc. Muito bom!

Para hotéis, utilizo o mesmo site skyscanner, e quando encontro o que gosto, tento verificar se ele esta disponível no site www.hoteis.com, porque além de cobrir os preços dos outros sites, ele dá uma diária a cada 10 reservadas com eles pelo valor médio das diárias.

Mas também sempre pesquiso bastante em diversos sites como o www.trivago.com.br, www.hostelword.com, www.booking.com.br e www.airbnb.com.br, para quando fico mais de 3 dias em uma cidade, assim tenho uma cozinha equipada a minha disposição. Aliás, já utilizei o airbnb para alugar um apartamento meu também e fiquei muito satisfeita com a segurança e facilidade.

Para alugar carros, sempre pesquisamos em diversos sites, mas nossa grande preferência é pela empresa www.sixt.com.br, empresa honesta, com carros bons e principalmente, não ficam empurrando milhares de seguros desnecessários! Indico tranquilamente!

Quando planejamos uma viagem, montamos um calendário com todas as informações necessários, onde ir, onde ficar, como ir, quantos dias e noites em cada local, como a foto abaixo.
Isso além de organizar a viagem, ajuda a manter o olho nos custos de cada dia.

Calendário de Viagem
Uma dica que eu acho valiosa: se o seu voo atrasar, cancelar, voltar ou até perder o voo por qualquer razão, anote todos os horários, conversas, notas fiscais, TUDO DE RELEVANTE e fale comigo, tenho um ótimo advogado para te indicar! As empresas aéreas cobram valores muito altos para nos fazer passar por momentos tão incertos e vulneráveis.

JOHANNESBURG

AVIAO:          R$ 792,17 South African (Kasane p/ Johannesburg)
HOTEIS:        Johannesburg (Sleeping Gecko)   R$ 139,13 (2 noites)
CARRO:        R$ 161,88 ( 5 dias entre Johannesburg e Kruger)
Ps: valores por pessoa

Chegamos em Johanesburgo e no aeroporto trocamos todos os nossos dólares por Rands para não ter mais que se preocupar com isso.
No aeroporto mesmo pegamos o carro na Hertz (www.skyscanner.com.br), o atendente tentou colocar nas entrelinhas alguns seguros a mais, mas quando pedimos para tirar ele não se opôs, foi tranquilo, lembrando que alguns cartões de crédito já disponibilizam seguros.
Dirigimos para o bairro Melville onde ficava o nosso hotel Sleeping Gecko (http://www.sleepygecko.co.za), cerca de meia hora do aeroporto e chegando lá o proprietário demorou para abrir a porta e quando abriu disse que estava dormindo, mas a cara dele estava mesmo é de chapado hahaha. 
O quarto do hotel era maravilhoso e espaçoso, com três camas de solteiro, um banheiro grande e uma decoração impecável, com internet melhor que da minha casa, finalmente uma internet boa.
Descansamos um pouco e nos arrumamos para sair para almoçar/jantar.
O hotel fica localizado numa região boêmia em uma rua de vários bares e restaurantes, logo na esquina vimos um restaurante árabe que parecia ter bons preços, pedimos pizza grande vegetariana para mim e para a Rê por 70 rands (18 reais), shawarma de carne para o Arthur por 60 rands (15 reais)  e suco de limão 20 rands (5 reais).  
Logo em frente paramos num barzinho chamado buzz9 para uma cerveja e foi somente 1 mesmo porque o Arthur estava com muita dor de cabeça e achamos melhor descansar, cerveja 500 ml por 33 rands (8 reais). 

Acordamos para tomar café da manhã as 8 mas vimos que ninguém tinha acordado ainda, chamamos por alguém ao redor e um cara apareceu dizendo que tinha acabado os ovos e os pães e o dono Greg tinha saído para comprar mais, mas como não podíamos esperar, comemos sucrilhos com leite e tomates com cogumelos que estava muito bom. 
Saímos para conhecer o Sterkfontein Caves no Cradle of Humankind, colocamos no GPS do celular mas ele nos mandou para o meio do nada, depois descobrimos que isso aconteceu porque a região inteira se chama Cradle of Humankind, por causa da sua importância arqueológica, conhecida também como berço da humanidade.
Compramos o ticket chamado combo que dá direito a entrada nas cavernas e no museu sobre a evolução da vida na terra por 190 rands (46 reais). 
O Sterk eh um passeio dentro das cavernas aonde foram descobertos alguns dos primeiros fósseis humanos, e mostra também escavações recentes do lugar e o museu mostra a evolução da vida desde a Pangeia até os dias atuais, ambos muito legais. 

Sterkfountein Caves

Alguns lugares são apertados para passar

Alguns lugares são surpreendentes

Museu
Evolução 




Na volta fomos para o Museu do Apartheid, que custa 80 rands (20 reais) a entrada. Entramos primeiro na parte da exposição itinerária sobre a vida do Mandela, é incrível toda a história. No fim da exposição eu e a Rê nos perdemos do Arthur e achamos q ele já tinha saído e fomos até o carro para tentar encontrar ele e acabamos não vendo a exposição toda... mas a parte que vimos já valeu a pena.


Entrada do Museu do Apartheid

We are one species
Fomos ao mercado e nos abastecemos para a viagem de 6 horas do dia seguinte até o kruger, além de ir novamente ao restaurante comprar comida árabe porque para levar era dois pelo preço de 1, mais barato!
No caminho vimos o estádio de futebol da Copa do Mundo Soccer City.

Soccer City